Dança gaúcha une cultura e educação

A oficina de dança gaúcha e invernada artística, do Programa Educação é Mais da Secretaria de Educação, de Campo Erê, visa valorizar a cultura e o desenvolvimento infantil

Por Ruthe Kezia-Campo Erê

Além do aspecto cultural e de contribuir para o desenvolvimento psicomotor, a oficina destaca o caráter
Além do aspecto cultural e de contribuir para o desenvolvimento psicomotor, a oficina destaca o caráter educativo das danças gaúchas, exigindo respeito e estimulando o convívio social.

Promovida pela Secretaria de Educação de Campo Erê, por meio do Programa Educação é Mais, a oficina de dança gaúcha e invernada artística tem proporcionado momentos de aprendizado, integração e valorização das tradições regionais.

Os ensaios que acontecem todas as quintas-feiras, no Centro de Eventos ou nas dependências do Educação é Mais, em anexo ao Pró-Menor, são conduzidos pelo instrutor Matheus Togni Spiecker e reúnem semanalmente crianças e adolescentes interessados na cultura tradicionalista. O espaço tem se tornado um ambiente de convivência e respeito, em que as crianças aprendem sobre a importância da parceria e da valorização das tradições.

Além do aspecto cultural, Matheus destaca o caráter educativo das danças gaúchas, que exigem respeito mútuo entre os pares e estimulam o convívio social. A prática contribui para o desenvolvimento psicomotor, já que envolve coordenação, ritmo e movimento corporal.

Durante as aulas, os participantes aprendem e praticam ritmos tradicionais, como vaneira, marchinha, chamamé e bugio, entre outros, fortalecendo a identidade cultural e a conexão com as raízes gaúchas.

“Essa cultura é importante de ser trabalhada na nossa região, porque ela é base para a informação social, tendo em vista da imigração dos gaúchos e seus descendentes para a colonização do Oeste Catarinense”, relata Matheus.

Mais de 60 alunos participam da oficina e o professor comenta que é possível ver a diferença nas crianças que aprendem sobre a cultura, pois elas entendem que o grupo é mais importante que o individual, além do apego às memórias dos antepassados que as trazem o pertencimento ao momento atual.

 

 

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