30/01/2016 às 09h31min - Atualizada em 30/01/2016 às 09h31min

Combate ao aumento do preço do milho

Lideranças do agronegócio se reuniram com o objetivo de baratear o alto custo do milho

Santa Catarina
Imagem Ilustrativa

Lideranças do agronegócio aproveitaram a visita do governador Raimundo Colombo (PSD) a Chapecó na quarta-feira, 20, para entregar uma carta de reivindicações ao governo do Estado e ao governo Federal. No documento, eles pedem medidas urgentes para baratear o alto custo do milho. Em 90 dias o valor do grão subiu de R$ 27 para R$ 42 a saca. Eles alertam que esse aumento, superior a 50%, ameaça causar pesados e irreversíveis prejuízos à avicultura e à suinocultura. 

O documento foi assinado pelo presidente da Organização das Cooperativas de SC (Ocesc), Marcos Antônio Zordan, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faesc), José Zeferino Pedrozo, e pelo presidente da Coopercentral Aurora Alimentos e diretor de agronegócio da Fiesc, Mário Lanznaster.

Na carta, eles pedem a intervenção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no sentido de abrir leilões para venda de milho e promover a transferência dos estoques do Centro-oeste brasileiro para o Sul. E também cobram a concessão de subsídio de R$ 10 por saca de milho transportada do Centro-oeste para Santa Catarina a ser deduzida dos créditos de PIS e Cofins que as indústrias da carne têm junto à Receita Federal.


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