Famílias do programa habitacional participam de reunião

Encontro marcou o início do trabalho técnico com as 15 famílias beneficiadas pelo programa SC Mais Moradia em Anchieta

Por Matheus Rizzi-Anchieta

O encontro ocorreu à noite e marcou o primeiro momento coletivo com os moradores, fortalecendo vínculos e o senso de comunidade entre eles. (Foto: Divulgação)

A equipe do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) realizou uma reunião com as 15 famílias beneficiadas pelo Conjunto Habitacional Bem Viver, dando início ao trabalho técnico social que será desenvolvido ao longo do ano. O encontro ocorreu à noite e marcou o primeiro momento coletivo com os moradores.

De acordo com a assistente social Kellin Dal Ri, o objetivo vai além da entrega das casas: “O nosso objetivo é trabalhar com as famílias não apenas o ganhar a habitação, mas desenvolver todo um trabalho para a convivência coletiva”, explica. Todas as famílias participaram com ao menos um representante, com exceção de uma, que não pôde comparecer por motivo de saúde.

A psicóloga Jackline Appio também participou da condução do encontro como facilitadora e conta que neste primeiro encontro apresentaram aos participantes o que é o projeto e como irá funcionar. Ela destaca que a metodologia prevê diálogo aberto, escuta ativa e definição conjunta dos temas a serem trabalhados. A proposta não é fazer palestras, mas facilitar conversas sobre demandas reais das famílias.

O acompanhamento será mensal, com reuniões coletivas e atendimentos domiciliares conforme a necessidade. Entre os temas já apontados estão geração de trabalho e renda, educação ambiental, acesso a programas sociais e fortalecimento dos vínculos comunitários.

Para o próximo encontro, a equipe pretende desenvolver uma oficina prática voltada à organização da área verde do conjunto. A ideia é unir orientação técnica e participação direta das famílias, incentivando o cuidado com o espaço comum e reforçando o sentimento de comunidade. “É o que eles sentem de necessidade e o que nós percebemos como necessidade, vai ser a primeira coisa que vamos correr atrás e conforme o trabalho vai acontecendo, a gente também vai levantando o que é de demanda”, explica Kellin.

 

 

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