Representar um município vai além da coroa e da faixa

Ser soberana é dar voz à cultura, à história e aos valores do seu povo. As soberanas guarujaenses compartilham o que as levou a se candidatar e o compromisso de representar a comunidade

Por Ruthe Kezia

Gabriely Johan [1ª Princesa], Isabela Bianchini [Rainha], e Maisa Pereira [2ª Princesa], carregam a identidade guarujaense, fortalecendo a conexão com a comunidade e levando o nome da cidade. (Foto: Ana Antonelli)

Mais do que beleza e elegância, ser soberana é assumir o compromisso de representar uma comunidade inteira. No último mês, Guarujá do Sul elegeu suas novas soberanas, Isabela Rissi Bianchini [Rainha], Gabriely Johan [1ª Princesa] e Maisa Sturn Pereira [2ª Princesa], que irão atuar em 2026 até 2028, porém o título, que à primeira vista pode remeter a um concurso, carrega um significado mais profundo como dar voz à cultura, à história e aos valores do povo guarujaense.

A diretora de cultura, Franciele Mattuella, destaca que a soberania vai muito além de um reconhecimento simbólico, é representar cada um que faz parte do município. Segundo ela, as jovens escolhidas carregam consigo a identidade guarujaense, fortalecendo a conexão com a comunidade e levando o nome da cidade com orgulho.

Esse sentimento é compartilhado pelas próprias candidatas. Para a 1ª princesa, Gabriely  de 17 anos, a motivação surgiu da família e do desejo de se desafiar: “Acredito que ser soberana é mais do que um título, é representar nossa cidade com responsabilidade, respeito e dedicação”, ressalta. Ela destaca o orgulho em viver em um município que considera acolhedor, seguro e repleto de valores.

A 2ª princesa, Maísa de 16 anos, vê na experiência uma oportunidade de dar visibilidade à cultura local e fortalecer laços: “Desejo ser a voz da nossa cultura, espalhando alegria, união e amor por onde eu passar”, afirma. Para ela, a coroa simboliza mais do que um reconhecimento pessoal, representa a força coletiva, especialmente das mulheres guarujaenses.

Já a rainha, Isabela de 17 anos, define o momento como a realização de um propósito maior: “Ser soberana é a oportunidade de levar adiante os valores, as tradições e a essência do nosso município”, diz. Em seu relato, há espaço para emoção e memória, ao lembrar de familiares que seguem presentes de forma especial nessa conquista.

Entre falas marcadas por orgulho, responsabilidade e afeto, um ponto se torna comum, ser soberana é representar pessoas. Em Guarujá do Sul, o título se transforma em ponte entre a tradição e o futuro, reunindo jovens que assumem o papel de manter viva a identidade cultural e fortalecer o sentimento de pertencimento da comunidade.

 

 

Encontrou algum erro? Clique aqui Receba as notícias do Portal Sentinela do Oeste no seu telefone celular! Faça parte do nosso grupo de WhatsApp através do link: https://chat.whatsapp.com/EFKEYeuj7g4GAIoNEfPdgW?mode=r_c
Siga nosso Instagram: https://www.instagram.com/jornalsentineladooeste/