Setembro Amarelo é trabalhado na escola
O projeto Setembro Amarelo – Valorização da Vida, desenvolvido na EEF Padre Reinaldo Stein, de Anchieta, envolveu os alunos em atividades de reflexão, expressão e valorização da vida
O projeto alusivo ao Setembro Amarelo, transformou a escola em um espaço de acolhimento, reflexão e valorização da vida, com a participação ativa dos alunos na construção dessa mensagem. (Foto: Divulgação)
A Escola de Ensino Fundamental Padre Reinaldo Stein, da Linha Prateleira, em Anchieta, desenvolveu o projeto Setembro Amarelo – Valorização da Vida, envolvendo alunos de diferentes turmas e faixas etárias. A iniciativa buscou abordar o tema de maneira sensível, leve e significativa, valorizando os vínculos, os sentimentos, os sonhos e o cuidado consigo e com o outro.
As atividades coordenadas pela professora de Ensino Religioso, Michele Machado dos Santos, e pela professora responsável pelo Nepre [Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola da Rede Estadual de Ensino de SC], Márcia Flach, foram planejadas conforme a idade dos estudantes, proporcionando momentos de reflexão, expressão e participação.
De acordo com a diretora Lilian Crestani, as propostas estimularam os alunos a pensarem sobre suas próprias histórias, as pessoas que fazem parte de suas vidas, aquilo que desejam viver e a importância de perceber e valorizar as pequenas coisas do cotidiano.
A partir das produções realizadas pelas turmas, diferentes espaços foram organizados dentro da escola, formando um percurso de visitação. O ambiente possibilitou apresentar o trabalho desenvolvido aos alunos de outras escolas, que puderam conhecer as propostas, observar as produções e participar de momentos de interação e reflexão.
O projeto buscou ampliar a compreensão sobre o Setembro Amarelo, mostrando que a valorização da vida não precisa estar relacionada apenas aos momentos difíceis. A proposta destacou os vínculos, os sonhos, o afeto, as conquistas, as pessoas e as experiências que dão sentido à vida e fazem parte de cada trajetória. Segundo Lilian, a intenção foi transformar a escola em um espaço de acolhimento, reflexão e valorização da vida, com a participação ativa dos alunos na construção dessa mensagem.
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