13/04/2016 às 09h38min - Atualizada em 13/04/2016 às 09h38min

Dive divulga boletim número 13 sobre situação da dengue, zika e chikungunya em Santa Catarina

Imagem Ilustrativa

No período de 1º de janeiro a 9 de abril de 2016 foram notificados 8.660 casos suspeitos de dengue em Santa Catarina. Desses, 2.884 (33%) foram confirmados (2.274 pelo critério laboratorial e 610 pelo critério clínico epidemiológico), 4.142 (48%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 1.634 (19%) casos suspeitos estão em investigação pelos municípios. Os números constam do boletim epidemiológico número 3 divulgado nesta terça-feira (12) pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde.

Do total de casos confirmados (2.884) até o momento, 2.628 (91%) são autóctones, com transmissão dentro de Santa Catarina, 199 (7%) são importados (transmissão fora do Estado) e 57 (2%) estão aguardando definição do Local Provável de Infecção (LPI).

Até o momento, conforme informações sobre o Local Provável de Infecção (LPI), existe confirmação de transmissão autóctone de dengue em 20 municípios de Santa Catarina: Balneário Camboriú, Bom Jesus, Caibi, Chapecó, Coronel Freitas, Descanso, Florianópolis, Itajaí, Itapema, Itapoá, Maravilha, Modelo, Palmitos, Pinhalzinho, São José do Cedro, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Saudades, Serra Alta e Xanxerê.

O município de Pinhalzinho apresenta, até o momento, o maior número de casos autóctones (1.879) no estado, com uma taxa de incidência de 10.050,3 casos por 100 mil habitantes. Além de Pinhalzinho, Serra Alta possui uma taxa de incidência de 3.140,1 casos por 100 mil habitantes, Bom Jesus 1.276,1 por 100 mil/hab, Coronel Freitas 999,9 por 100 mil/hab e Descanso 917,1 por 100 mil/hab. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o nível de transmissão epidêmico quando a taxa de incidência é maior de 300 casos de dengue por 100 mil habitantes.

 


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