24/09/2016 às 09h55min - Atualizada em 24/09/2016 às 09h55min

Encontro da família de José Germano Link

Vovô Link, como era carinhosamente chamado, foi um dos colonizadores de São José do Cedro e Guarujá do Sul

Divulgação

No domingo, dia 11, a família e descendentes de José Germano Link se reuniu para celebrar um encontro de confraternização familiar, em Guarujá do Sul. Vovô Link, como era carinhosamente chamado foi um importante colonizador de São José do Cedro e Guarujá do Sul. O momento serviu para os familiares relembrarem as histórias que os une como família.

Conforme recorda um dos filhos, José Odalsi Link, que atualmente reside em Palma Sola, a família veio para a região no início da década de 50, quando ele ainda era solteiro. “Com 17 anos eu dirigia, puxava porco, soja e milho”, recorda Odalsi afirmando que o trabalho foi um dos ensinamentos repassados pelo seu pai.

Dona Maria de Lourdes, filha que reside em Guarujá do Sul, lembra que seus pais eram pessoas muito divertidas e felizes. “Sempre ajudaram os filhos e a comunidade. Minha mãe dedicava uma parte do seu tempo para ajudar as pessoas carentes”, lembra.

Ao chegar a São José do Cedro no início da década de 50, José Germano Link e sua esposa Maria Nicola Nedel Link, já tinham os sete filhos: Maria de Lourdes, José Odalsi, Odilo Antônio, Danilo Francisco, Odete Gisela, Darcia Maria e Alicia Maria.

Conforme descrição do livro “Cedro – Uma comunidade que deu certo”, Alcides Volkweis, Irineu Volkweis e José Germano Link, foram os líderes, que por sua iniciativa, deram o primeiro impulso para colonização de Cedro. Alcides com sua esposa Maria de Lourdes Link (filha do Vovó Link), veio fixar residência em Cedro no mês de setembro de 1950. Na barca do Rio Uruguai, em Itapiranga, encontraram as mudanças de três famílias oriundas de Três Passos, que também vieram morar em Cedro, e eram respectivamente: Eugenio Aloisius, Beno Nós e Bruno Schuster.

Conforme Maria de Lourdes, eles demoraram uma semana para percorrer o trajeto de Campinas até Cedro. O trecho da estrada entre Guaraciba e Cedro era tão precário, que do Km. 19, hoje Guataparema, vieram todos a pé, apenas os motoristas ficaram nos caminhões. “Várias vezes tiveram que amarrar os caminhões em árvores para não tombarem com a mudança”, recorda Maria de Lourdes.


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