12/03/2019 às 11h34min - Atualizada em 12/03/2019 às 11h34min

Dionísio Cerqueira vai comemorar 65 anos de história, dia 14

Feriado municipal contará com diversas atividades para a população cerqueirense

A prefeitura de Dionísio Cerqueira divulgou nesta segunda-feira (11), a programação comemorativa dos 65 anos de emancipação político-administrativo.

Confira:

Data: 14 de março

Local: centro de eventos

Manhã

9:00 - abertura

9:00 às 11:30 - Orientações com a saúde

.             Aferimento de pressão

.             Testes de glicemia

.             Orientações com a equipe odontológica, NASF e CAPS

.             Alongamento e atividades com a terceira Idade

09:30 - Corrida Rústica

.             Percurso: 6km em Dionísio Cerqueira

.             Categorias

.             Masculino: Infantil / Juvenil / Força livre / Veteranos

.             Feminino: Infantil / Livre

.             Inscrições: Departamento de Esportes (8h00 às 12h / 13h30 às 17h30)

11:30 - Encerramento atividades matinais

Tarde

13:30 - Abertura

13:30 às 17:30 - Brinquedos infláveis

13:30 às 17:30 - Distribuição de picolés, pipoca e refrigerante 

14:00 às 14h:00 - Show de artes circenses

.             Animação com palhaços, perna de pau e malabaristas

.             Show com esquete de palhaço, malabares, contorcionismo e pirâmide humana

15:00 - Corte do bolo de aniversário de 65 anos de Dionísio Cerqueira

Localizada estrategicamente no limite do Paraná e do Brasil com a Argentina, a região começou a ser povoada desde meados do século XIX.

Sendo que em 1903 foi inaugurado o marco das Três Fronteiras, onde se pode colocar um pé no Paraná (Barracão), outro em Santa Catarina e esticar um braço em território argentino.

A cidade foi colonizada por italianos e alemães vindos das colônias gaúchas e pertenceu a Chapecó até 1953, quando se tornou município. Seu nome é uma homenagem ao general Dionísio Evangelista de Castro Cerqueira, antigo Ministro das Relações Exteriores e que foi quem demarcou a fronteira entre Brasil e Argentina.

Nas décadas de 20 e 30, a região do Extremo-Oeste era habitada por caboclos que viviam da caça, pesca e agricultura. Mais tarde viviam da extração de erva mate e madeira, que comercializavam com os consumidores argentinos.
 

Fonte: Portal Tri


Link
Tags »
Notícias Relacionadas »
Comentários »