19/03/2019 às 16h36min - Atualizada em 19/03/2019 às 16h36min

Março Mês do Teatro em Palma Sola

Programação voltada para a cultura de Palma Sola apresentará peças teatrais para o público no Centro de Eventos
           
Pelo segundo ano consecutivo a Fundação Cultural de Palma Sola promove o Março Mês do Teatro. O presidente da entidade, Mateus Dal Ponte, explica que no ano passado a ação foi realizada em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura que pagou pelas peças apresentadas. A ideia deu tão certo, como uma boa repercussão e participação do público, que neste ano o município decidiu realizar novamente a programação, mesmo sem ter o apoio financeiro da Federação.

Mateus explica que a primeira atração é o grupo Cirandela, de Criciúma, que se apresenta nesta quarta-feira com a peça Para Contar Estrelas, uma atração que já rodou por diversas cidades do Estado através do Sesc. A peça será apresentadas às 8h30, às 14h e às 19h30. “Essa é uma peça para o público em geral, onde participam as escolas durante o dia e a população como um todo durante a noite”, explica.

A segunda apresentação é no dia 27, com o grupo Reminicências, de Joaçaba, que apresenta a peça A Roupa Nova do Rei. Haverá apresentação às 8h15 e às 14h, no Centro de Eventos. A terceira apresentação acontece no dia 30 de março, um sábado, com a apresentação do espetáculo Ubuntu. Esse espetáculo foi criado no ano passado com a participação de todas as oficinas sócio culturais de Palma Sola com o objetivo de mostrar um pouco de cada oficina de forma interligada em uma única apresentação. “A apresentação é livre para todos, e vai acontecer no centro de eventos a partir das 20h. Desde já fica o convite para quem não pode assistir no ano passado para que prestigiem e se emocionem conosco”, enfatiza Mateus.

Fechando a programação no dia 17 de abril haverá a última apresentação, do grupo de teatro da terceira idade de Dionísio Cerqueira, Os Desbravadores. A peça apresentada chama-se Recém Chegados, e a apresentação será às 14h30 no centro de eventos. “Essa peça conta a história de um casal que chegou no Oeste vindo do Rio Grande do Sul. Conta com a apresentação de fatos dos anos 50, 60 e 70 que vai mesclando com a história desse casal e trazendo um panorama histórico da nossa região”, explica Mateus.

Em Palma Sola, uma das oficinas sócio culturais é a de teatro, e essa programação serve ainda como um incentivo para as crianças que participam das aulas. “A importância de termos essa programação é oportunizar a aproximação das pessoas com a arte. Temos poucos momentos em que nos aproximamos da arte e do lazer de uma forma tão viva como no teatro.
A arte é uma representação da sociedade, de seus problemas e dilemas, e nos serve como forma de reflexão. Por isso fica o convite para todos, para que venham, participem e acompanhem as peças apresentadas”, finaliza Mateus.

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