20/04/2019 às 09h49min - Atualizada em 20/04/2019 às 09h49min

O mercado está reaquecendo

Esta é a avaliação dos representantes da Cazuni Empréstimos e Consignados da cidade de São José do Cedro

Dentre os indicadores que podemos considerar para avaliar um possível reaquecimento do mercado da economia no Brasil, a busca por recursos para investimentos e ampliações é um dos principais. Conforme os representantes da Cazuni Empréstimos e Consignados, de São José do Cedro, esse reaquecimento já é visível na região, com pessoas buscando formas de ampliar negócios, investir em setores imobiliários e automobilísticos e apostando em novos equipamentos para ampliar o seu negócio.

A representante Andreia Baldissera destaca que a Cazuni foi montada em agosto do ano passado em Cedro, e que contam com um trabalho no mercado de aproximada 10 anos. Tanto eu como o Rodrigo já trabalhávamos como agenciadores de crédito e resolvemos abrir a empresa. Estamos prosperando, muito felizes, expandindo a cada dia, e procurando trazer melhores linhas de créditos para os nossos clientes”, afirma.

A empresa que tem sede em São José do Cedro, está expandindo o mercado de atuação, com representantes em Palma Sola, atuando também em Anchieta, Guarujá do Sul e região. “Estamos no mercado desde agosto e minha inadimplência é zero. Das pessoas que nos procuram têm aquelas que querem quitar alguma dívida, mas temos várias empresas nos procurando com a intenção em adquirir equipamentos para expansão do negócio, reforma de casa, compra de veículo ou refinanciamento. Então vejo que a população está investindo bastante em qualidade de vida, além da grande procura para a questão imobiliária e veicular, e também a compra de equipamentos para empresas”, detalha.

Eles avaliam que isso pode ser visto como um reflexo de reaquecimento de mercado. “Ano passado havia uma expectativa muito grande em relação a mudança de governo, ainda há muita especulação, mas já sentimos que melhorou. Vemos que as pessoas estão voltando a investir, com segurança e cautela, para evitar o endividamento. Eu vejo que há uma preocupação em manter uma estabilidade e o nome limpo no mercado”, afirma.

Andrea destaca que o empréstimo e a taxa de juros é viável quando você investe no que vai te dar retorno. “Seja um retorno de qualidade de vida na sua casa ou carro, seja um investimento na sua empresa, ou na quitação de uma dívida”, destaca.

Ela explica que o consignado é feito para quem recebe aposentadoria, que é pensionista, servidor público, militar ou federal e tem uma taxa de juros menor, já que o desconto é realizado diretamente na folha de pagamento. Já o empréstimo é feito para quem é autônomo, que recebe via folha de pagamento ou tem empresas. “Ai o que vai determinar a taxa de juros é a forma de pagamento, o valor requisitado, e a avaliação de risco daquele cliente, que é o que se chama de score”, explica.

Hoje a Cazuni atua com uma taxa de juros no consignado de 1,5% até 2,3%. “Depende de muitas variáveis, por exemplo o número de parcelas, trabalhamos desde 12 vezes até 72 vezes pra aposentados e pensionistas, e servidores públicos até 96 vezes. Então tudo depende. Já o empréstimo pessoal, tenho algumas linhas que vai pra investimento de carro e casa, trabalhamos de 1% até 2,3% ao mês. E ai temos as linhas do consórcio também, que é o que chamamos de poupança forçada, por que não tem a opção de retirar a hora que quiser. As vantagens são muitos boas no consórcio, sendo que trabalhamos com uma taxa de juros de 0,6% ao ano”, detalha.

Andrea destaca ainda que voltado para a linha agrícola a Cazuni atua com o plano safra e o plano leite. “Não precisa de fiador, apenas comprovar a produção de leite mensal ou a produção dos grãos”.

Ela enfatiza que o diferencial da Cazuni é trabalhar com um atendimento mais humano. “A gente trabalha de uma forma parceira com nossos clientes, oferecendo um crédito orientado. Por exemplo, trabalhamos com pessoas que tem crédito negativado, e hoje a taxa para essas pessoas é de 23%, eu não vou salvar ninguém com esse juros, vou é terminar de matar ele. Então a gente orienta para que se organize, pague e limpe o nome, para então pegar o empréstimo. A gente tenta orientar esse cliente para que ele faça o negócio mais saudável, até por que quero ter esse cliente comigo sempre, e se eu prejudicar ele com uma taxa muito alta ninguém ganha. Sempre tentamos compreender o problema do cliente para orientá-lo da melhor maneira possível, para que ele consiga pagar suas contas, investir, e no fim conseguir um bom negócio”, finaliza.
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