03/07/2019 às 10h42min - Atualizada em 03/07/2019 às 10h42min

CTG de Palma Sola está ativo

Invernadas do CTG Estância da Fronteira participaram do Festival Fronteira Oeste em Dionizio Cerqueira

Em junho as invernadas do CTG Estância da Fronteira de Palma Sola participaram do Festival Fronteira Oeste em Dionizio Cerqueira. O festival foi organizado pela 13º região que compreende municípios da fronteira de Santa Catarina até próximo de Maravilha. Cerca de 67 palmassolenses fazem parte das invernadas, sendo elas mirim, juvenil e veterana.
Conforme a coordenadora artística, Marilete Maria Scheneider, no festival além dos alunos, pais e amigos acompanharam as apresentações. Na categoria Veteranos, disputaram com três grupos, ficando em 3º lugar. No Mirim e Juvenil disputaram espaço com vários grupos da região, ficando os dois em 5º lugar. “Espero que continuemos evoluindo a cada etapa”, declara Marilete.
Cerca de quatro anos atrás as invernadas foram reativadas por Marilete, na época em que ela coordenava o CTG. A invernada Mirim tem espaço para crianças de até 13 anos, a Juvenil até os 17 e a Veterana a partir dos 30. Os ensaios são nos domingos, iniciando às 17h30 com o Mirim, 19h30 com o Juvenil e logo após o Veterano, finalizando às 22h.
O CTG de Palma Sola planeja formar um grupo Adulto no ano que vem, e precisa no mínimo de cinco casais para que ele seja formado. “Temos muito apoio da Prefeitura Municipal para podermos participar dos eventos. Às vezes quando tem jogos no estádio ou eventos na cidade disponibilizam a copa para o CTG e com os recursos que conseguimos, podemos ajudar na compra das roupas para a invernada”, destaca.
 O instrutor de dança Ismael Magalhães conta que as danças são embasadas nas pesquisas de João Carlos Dávila, Paixão Cortes e Barbosa Lessa, todas reconstituídas por pesquisadores. Conforme ele são músicas e danças tradicionais gaúchas deixadas pelos antepassados. “Dentro das danças existem vários graus de dificuldade, mas todas com suas belezas particulares, umas com sapateios floreados num tinir de rosetas demonstrando a destreza do peão e sarandeios executados pelas damas mostrando toda sua postura e delicadeza, até a mais simples com movimentos mais singelos e recatados passos no seu bailar”, destaca Ismael.
As pilchas ou vestimenta dos dançarinos caracterizam uma época, uma geração, cada categoria com suas característica de tamanho e cores, estampas, penteados das prendas, etc.  “Nós quanto à frente da instrução do CTG, tentamos manter viva a tradição gaúcha, sempre ensinando além de dança, disciplina, respeito e companheirismo, pois a energia e harmonia do grupo em um todo é que faz a diferença”, finaliza.
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