16/08/2019 às 09h57min - Atualizada em 16/08/2019 às 09h57min

Aline conta como foi o mundial

A atleta de handebol, natural de Palma Sola, participou do mundial que foi disputado na China no início do mês


No dia 4 de agosto a equipe de handebol AAU Concórdia se consagrou como a terceira melhor equipe de handebol feminino do mundo ao participar do Super Globe, que foi disputado na China, conquistando o bronze.
Na semana passada o Sentinela divulgou o resultado da equipe na competição. Nesta semana, conversamos com a palmassolense Aline Bieger, que participou da conquista do bronze no mundial. Confira:
Como foi para você a experiência de poder sair do país como atleta de handebol?
Difícil explicar, pois nunca passou pela minha cabeça jogar um mundial de handebol, ainda mais com minha idade [17 anos]. Foi muito importante, aprendi muito, e ganhei mais experiência. Vivenciei coisas novas que eu não vou esquecer tão fácil, foi uma experiência incrível.
Conseguiram conhecer a cidade onde estavam ou só ficaram no hotel e no ginásio?
Durante os dias em que estivemos lá pudemos conhecer alguns pontos turísticos da cidade. Foi muito legal conhecer como eles vivem lá, sua cultura e os costumes.
[A cidade de Wuxi conta com dois atrativos turísticos principais: o museu de cerâmica que abriga mais de 8 mil peças recheada de valor histórico e o Jardim Xihui, mais conhecido como museu ao ar livre, que é um imenso jardim urbano abrigando pontos históricos e com uma grande diversidade em seu folclore].
O que mais te impressionou na China?
Os costumes deles, como conversavam, as comidas, tudo muito interessante. Eles não são muito receptivos, mas nós como bons brasileiros que somos conseguimos fazer amizade. Foi muito legal, pois cada vez mais tinha pessoas de lá querendo abraçar, conversar, tirar fotos. Acho que essa convivência e troca de cultura foi o mais legal de tudo. Já as comidas eram muito estranhas, não gostamos. Na verdade essa foi a parte mais difícil: nos adaptar às comidas.
Consegue descrever como foi a experiência?
Estou processando todas as informações, foi uma viagem incrível, e é muita coisa nova. Até o momento entendo que o handebol me proporcionou inúmeras experiências incríveis, como poder fazer amizades, conhecer lugares novos, enfim, através do handebol hoje sou uma pessoa melhor.
Quantos jogos você jogou?
Apenas um jogo dos três que foram disputados. Mas só de estar ali com o time valeu muito a pena. As partidas eram difíceis, afinal era nível de mundial, e poder entrar em quadra e fazer o que amo foi muito bom. Fiquei muito feliz por essa oportunidade, foi uma sensação realmente incrível estar ali.
Qual foi o jogo mais difícil?
A semifinal, contra Angola. Elas eram muito fortes e grandes, foi um jogo de muito contato físico e força. Foi o jogo que perdemos e depois elas ficaram campeãs. Mesmo com essa derrota nosso time saiu de cabeça erguida por fazer um jogo digno de final, nos unimos e jogamos com muita garra.
Qual a sensação de fazer parte da terceira melhor equipe de handebol feminino do mundo?
É uma gratidão enorme, só nós sabemos o quanto foi treinado pra chegarmos lá e o quanto demos o nosso melhor em quadra. É difícil imaginar é uma coisa tão grande quanto um mundial disputado na China. Foi uma experiência fantástica. Só tenho a agradecer por toda dedicação do meu time e do meu técnico Alexandre.
Como foi a volta para casa?
Foi bem cansativa, muitas horas até chegar em casa, nos adaptar ao fuso horário diferente e essas questões mais básicas. Mas voltamos com a felicidade de saber que fizemos nosso melhor, conseguimos um lugar no pódio, e conquistamos o bronze. Hoje faço parte da terceira melhor equipe de handebol feminina do mundo.
Agora só quero deixar meu agradecimento à minha família que sempre me apoiou, meu técnico Alexandre por me permitir viver essa experiência e me ajudar a se tornar cada dia uma atleta melhor. Agradeço aos meus amigos e a todas as pessoas que torceram e torcem por mim, vocês fazem a diferença.
No dia 4 de agosto a equipe de handebol AAU Concórdia se consagrou como a terceira melhor equipe de handebol feminino do mundo ao participar do Super Globe, que foi disputado na China, conquistando o bronze.
Na semana passada o Sentinela divulgou o resultado da equipe na competição. Nesta semana, conversamos com a palmassolense Aline Bieger, que participou da conquista do bronze no mundial. Confira:
Como foi para você a experiência de poder sair do país como atleta de handebol?
Difícil explicar, pois nunca passou pela minha cabeça jogar um mundial de handebol, ainda mais com minha idade [17 anos]. Foi muito importante, aprendi muito, e ganhei mais experiência. Vivenciei coisas novas que eu não vou esquecer tão fácil, foi uma experiência incrível.
Conseguiram conhecer a cidade onde estavam ou só ficaram no hotel e no ginásio?
Durante os dias em que estivemos lá pudemos conhecer alguns pontos turísticos da cidade. Foi muito legal conhecer como eles vivem lá, sua cultura e os costumes.
[A cidade de Wuxi conta com dois atrativos turísticos principais: o museu de cerâmica que abriga mais de 8 mil peças recheada de valor histórico e o Jardim Xihui, mais conhecido como museu ao ar livre, que é um imenso jardim urbano abrigando pontos históricos e com uma grande diversidade em seu folclore].
O que mais te impressionou na China?
Os costumes deles, como conversavam, as comidas, tudo muito interessante. Eles não são muito receptivos, mas nós como bons brasileiros que somos conseguimos fazer amizade. Foi muito legal, pois cada vez mais tinha pessoas de lá querendo abraçar, conversar, tirar fotos. Acho que essa convivência e troca de cultura foi o mais legal de tudo. Já as comidas eram muito estranhas, não gostamos. Na verdade essa foi a parte mais difícil: nos adaptar às comidas.
Consegue descrever como foi a experiência?
Estou processando todas as informações, foi uma viagem incrível, e é muita coisa nova. Até o momento entendo que o handebol me proporcionou inúmeras experiências incríveis, como poder fazer amizades, conhecer lugares novos, enfim, através do handebol hoje sou uma pessoa melhor.
Quantos jogos você jogou?
Apenas um jogo dos três que foram disputados. Mas só de estar ali com o time valeu muito a pena. As partidas eram difíceis, afinal era nível de mundial, e poder entrar em quadra e fazer o que amo foi muito bom. Fiquei muito feliz por essa oportunidade, foi uma sensação realmente incrível estar ali.
Qual foi o jogo mais difícil?
A semifinal, contra Angola. Elas eram muito fortes e grandes, foi um jogo de muito contato físico e força. Foi o jogo que perdemos e depois elas ficaram campeãs. Mesmo com essa derrota nosso time saiu de cabeça erguida por fazer um jogo digno de final, nos unimos e jogamos com muita garra.
Qual a sensação de fazer parte da terceira melhor equipe de handebol feminino do mundo?
É uma gratidão enorme, só nós sabemos o quanto foi treinado pra chegarmos lá e o quanto demos o nosso melhor em quadra. É difícil imaginar é uma coisa tão grande quanto um mundial disputado na China. Foi uma experiência fantástica. Só tenho a agradecer por toda dedicação do meu time e do meu técnico Alexandre.
Como foi a volta para casa?
Foi bem cansativa, muitas horas até chegar em casa, nos adaptar ao fuso horário diferente e essas questões mais básicas. Mas voltamos com a felicidade de saber que fizemos nosso melhor, conseguimos um lugar no pódio, e conquistamos o bronze. Hoje faço parte da terceira melhor equipe de handebol feminina do mundo.
Agora só quero deixar meu agradecimento à minha família que sempre me apoiou, meu técnico Alexandre por me permitir viver essa experiência e me ajudar a se tornar cada dia uma atleta melhor. Agradeço aos meus amigos e a todas as pessoas que torceram e torcem por mim, vocês fazem a diferença.
 
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