05/02/2015 às 22h10min - Atualizada em 05/02/2015 às 22h10min

Adolescentes na luta contra as drogas

Quadro adolescentes da escola Pops se mobilizaram e conscientizaram a comunidade sobre as drogas, no dia 12

Francieli Perondi - extra
Cerca de 500 pessoas participaram da caminhada que foi realizada no dia 12 pelas principais ruas de Anchieta (fotos:Divulgação/Pops)

Em Anchieta um grupo de quatro alunos da Escola de Educação Básica Professor Osni Paulino da Silva (Pops), está mobilizado no combate às drogas. Julia Sibelly Wiezorek Zanatta, de 13 anos; Tainara Buratti de 14; Ana Elissa Roth Bernardo de 13 anos e Luan Cavalheiro de 13, se uniram e formaram o Centro de Incentivo Contra as Drogas (Cicad).

Com o apoio dos pais, professores e da Escola, os alunos começaram a desenvolver esse projeto e na última sexta-feira, dia 12, realizaram uma passeata na cidade para a conscientização das pessoas sobre a presença das drogas em nossa sociedade e sobre o combate. “Nosso principal objetivo é passar para as pessoas a mensagem de que as drogas são uma droga, ou seja, elas são ruins, não acrescentam nada de bom em nossas vidas, só trazem destruição”, declaram os alunos.

Cerca de 500 pessoas, entre alunos das diversas escolas do município, representantes da sociedade e entidades como a Polícia Militar, Secretaria de Saúde, Conselho Tutelar, Cras, Acisa/CDL entre outras participaram do manifesto. “Foi muito bom ver a comunidade mobilizada. Saber que nosso projeto está dando certo e que estamos alcançando nossos objetivos”, salientam.

O grupo montou uma peça teatral, e também apresentações em palestra, que está sendo realizado na comunidade de Anchieta. “Já apresentamos na escola do Café Filho, da Prateleira, no CMEIF, aqui para nossos colegas do Pops, na Xavantes e para os alunos do ensino médio. Além disso, nesse mês realizamos a apresentação o teatro durante uma sessão da Câmara de Vereadores, para mostrar para a comunidade em geral como funciona o mundo das drogas e que devemos ficar longe dele”, declaram.

O grupo conta com o apoio da psicóloga da Secretaria de Saúde, e busca nos livros e na internet as informações sobre as drogas que são repassadas nas palestras. “Eles buscam o conhecimento e repassam para as outras pessoas. O legal desse projeto é que são adolescentes falando para outros adolescentes, o que torna a compreensão mais fácil”, destaca o diretor do Pops e apoiador do projeto, Ernani Grabin.

 
 
 

 


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