29/09/2015 às 14h44min - Atualizada em 29/09/2015 às 14h44min

Dia Mundial de Combate à Raiva

Dive reforça importância do controle da doença em Santa Catarina

Redação
Santa Catarina
Imagem Ilustrativa

Santa Catarina é considerada área controlada para raiva animal no ciclo urbano. Os últimos casos – dois cães e um gato – foram registrados em 2006 nos municípios de Xanxerê e Itajaí. Porém, no ciclo silvestre, que ocorre principalmente entre morcegos, macacos e raposas, a doença ainda é uma preocupação. Por isso, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) reforça a importância da manutenção das ações de prevenção e controle da doença no Estado, especialmente no Dia Mundial de Combate à Raiva, lembrado na segunda-feira, dia 28.

O Brasil é considerado exemplo no combate eficaz da raiva animal em todo mundo, segundo o Ministério da Saúde. Desde 1973, com a criação do Programa Nacional de Prevenção da Raiva, houve uma redução de 90% nos casos de raiva canina.

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida  e a única forma de prevenção é por meio da vacina.


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