31/03/2020 às 15h09min - Atualizada em 31/03/2020 às 15h09min

CDL/ACISC divulgam nota sobre momento e defendem o retorno das atividades do comércio

A nota foi divulgada ontem e encaminhada aos sócios da Câmara de Dirigentes Lojistas de São José do Cedro, Guarujá do Sul e Princesa

O presidente Elizandro de Moraes destaca no expediente que "devido ao momento de instabilidade social pelo qual passamos em virtude dessa pandemia, inclusive com receio de fechamento de empresas, demissões de trabalhadores, falta de receita e outras consequências inerentes desta crise, a entidade manifesta sua posição.
O documento considera a medida do governo de Santa Catarina, implementando a "quarentena" de todas as atividades empresariais, em especial a do comércio, antes da maioria dos estados.
Considera ainda que nesses 14 dias de quarenta, o Governo Federal implantou várias medidas paliativas para que os estados e municípios pudessem melhorar sua rede hospitalar.
Destaca que todos os associados estão se empenhando na tomada de precauções dentro dos seus respectivos estabelecimentos com aquisição de insumos de higiene individual e coletiva, redução da capacidade interna de pessoas, entre outros.
No documento, a CDL e ACISC externam seu descontentamento com a medida adotada pelo Governo do Estado em estender o prazo de quarentena e manter a suspensão do funcionamento do comércio por 7 dias ou mais, a partir de 1º de abril. "Nosso posicionamento é favorável à retomada das atividades econômicas gradativamente, sempre respeitando os protocolos de segurança que preservem a saúde dos trabalhadores e clientes e ainda que assegurem o isolamento das classes de risco, conforme indicado pelo Ministério da Saúde", destaca Elizandro.
A justificativa do posicionamento da entidade é uma forma de minimizar os prejuízos à classe empresarial e aos trabalhadores de São José do Cedro, Guarujá do Sul e Princesa.
Neste momento, destaca o documento da CDL/ACISC, estamos ao lado de todos os associados na manifestação de suas opiniões contra a suspensão das atividades comerciais.
O expediente, no entanto, chama a atenção do associado que, mesmo sendo contrária, a entidade não possui autonomia para deferir a abertura do comércio, sendo necessário seguir as determinações do governo. "Estamos empenhados com nossas federações buscando junto ao Governo do Estado, medidas que possibilitem a reabertura do comércio ou minimizem os efeitos do fechamento", conclui o documento assinado por Elizandro, presidente da CDL e ACISC.
 

Com informações da Rádio Integração 
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