07/04/2020 às 10h58min - Atualizada em 07/04/2020 às 10h58min

Primeiro caso de Dengue é confirmado em São José do Cedro

A informação é repassada pela Secretária Municipal de Saúde do Município, Idene Pauli. Segundo ela, trata-se de uma senhora com mais de 60 anos residente em uma comunidade do interior de São José do Cedro.

A Secretária explica que a paciente relatou não ter viajado, portanto, trata-se de um caso de Dengue autóctone, ou seja, contraído no município. A paciente já recebeu todas as orientações para o tratamento em casa.

Idene lembra que que os sintomas da dengue clássica, muitas vezes pode ser confundida com a gripe. Tem início súbito e os sintomas podem durar de cinco a sete dias, apresentando sinais como: febre alta (39° a 40°C), dor de cabeça, Cansaço, dor muscular e nas articulações, Indisposição, enjôos e Vômitos.

A forma mais grave da doença é a Dengue hemorrágica. Os principais sintomas são: dor abdominal forte e contínua, vômitos persistentes, pele pálida, sangramento pelo nariz, boca e gengivas, manchas vermelhas na pele, confusão mental, excesso de sede e boca seca, dificuldade respiratória e queda da pressão arterial.

De acordo com o Agente da Dengue Valmir Ziglioli, até o momento, foram registrados 28 focos do mosquito Aedes Aegypti no município. Todos os focos foram encontrados nas armadilhas e pontos estratégicos. Este número é maior do que o que foi registrado no mesmo período em 2019, que foram 24 focos.

O Agente lembra que o período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano. Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito.

"A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, lagões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas", salientou Valmir.

Assessoria 
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