05/11/2015 às 10h28min - Atualizada em 05/11/2015 às 10h28min

Aduana de Dionísio Cerqueira registra queda de importação e exportação

Divulgação/Diário Catarinense

Caiu o movimento na Aduana de Dionísio Cerqueira, cidade do Oeste Catarinense que faz fronteira com a cidade argentina Bernardo de Irigoyen. A Receita Federal fechou os números até outubro na tarde desta quarta-feira e registrou uma queda de 24,7% nas exportações e 19,7% nas importações, nos primeiros dez meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado.

O volume nas vendas foi de US$ 232 milhões e, nas compras, de US$ 200 milhões. De acordo com o inspetor chefe da Receita Federal em Dionísio Cerqueira, Arnaldo Borteze, a queda nas exportações se deve a um recuo no comércio com a Argentina, que vive uma instabilidade econômica.

Atualmente o Chile responde por cerca de 60% do que é exportado via Dionísio Cerqueira. E cerca de 60% do que é exportado é composto de carnes de aves, suínos e bovinos. O Brasil também exporta móveis populares e frutas tropicais como banana e abacaxi.

Fim das filas para abastecer na Argentina

Uma cena comum na última década, de filas para abastecer no lado argentino da fronteira de Santa Catarina, em Bernardo de Irigoyen, acabou com a desvalorização do real. Já há até casos de argentino abastecendo no Brasil, fato raro nos últimos dez anos. As filas nos finais de semana para comprar no país vizinho também diminuíram. Já tem argentino vinco comprar roupas e indo nos supermercados de Dionísio Cerqueira. Fonte/Diário Catarinense


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