25/01/2022

Daniela Reinehr deputada federal?!

Política

Em entrevista ao Sentinela a Vice-governadora de SC fala sobre seu futuro na política, alinhamento com Bolsonaro, compromissos com a agricultura e a necessidade do enxugamento da máquina pública. Leia alguns trechos da entrevista concedida ao jornalista Igor Vissotto na tarde de sábado, dia 15 de janeiro. A entrevista foi entre oliveiras cultivadas no município de Campo Erê, no Oeste catarinense. Daniela estava cumprindo roteiro oficial pelo Oeste catarinense, visitou agricultores, empresários, se reuniu com As Mulheres do Agro de Campo Erê e prestigiou a posse da nova diretoria da Associação Comercial de Palma Sola. “Eu acompanhei o presidente Bolsonaro quando ele se desfiliou do PSL e sabendo da filiação dele ao PL, também me filiei ao Partido Liberal. Na ocasião o partido lançou meu nome como pré-candidata a deputada federal. Independente do cargo que eu vá concorrer, quero continuar ajudando o Estado. Acredito que como deputada federal eu possa conseguir muitas coisas para a nossa região [Grande Oeste] especialmente para o setor agrícola”. “A agricultura é o carro chefe da nossa região, é a agricultura que mantem nosso estado de pé, que mantém o nosso país de pé; sempre defendi e quero continuar defendendo este setor”. “Na política a gente tem sempre que trabalhar por um projeto. A política não é algo que se faz por si só. Ninguém é candidato de si mesmo. Independente de qualquer situação temos que estar disponíveis ao partido, ao projeto e grupo que nos alinhamos”. “Naquela situação eu seria candidata a deputada estadual e quando se decidiu ter uma chapa a governo no estado me convidaram para ser candidata a vice-governadora”. “Eu vim para a política como tantos brasileiros que estavam indignados, que queriam mudança. Estas pessoas viram no presidente Bolsonaro a esperança por esta transformação no Brasil. Nesta situação surge a oportunidade de fazer o mesmo por Santa Catarina [ser vice]. Nós fizemos uma proposta para o povo catarinense alinhada a proposta de Bolsonaro ao Brasil e Santa Catarina elegeu esta ideia”. “Assim que nos elegemos houve um afastamento desta ideia, desde contrato feito com Santa Catarina. […] Aconteceram muitas coisas, mas o fato que marcou a ruptura com Moisés foi o encaminhamento do governo para retirar os incentivos fiscais dos defensivos agrícolas. Eu não podia aceitar aquilo e não aceitei. Minha conduta foi muito respeitosa, firme e felizmente não foram retirados os incentivos. Eu fui a público e defendi o setor agrícola, mas isto me custou muito caro, porque ficou claro que eu não iria ceder e iria cumprir o contrato que Santa Catarina fez comigo. Naquele momento se tivesse aumentado de 0 a 17% teriamos quebrado a agricultura do Estado”. “Sigo leal, fiel, mantendo minha palavra, minha postura. Sigo defendendo as mesmas ideias que defendemos em 2018”. “Este processo de impeachment foi um sofrimento muito grande, uma grande injustiça. Mas acredito que isto está muito claro para os catarinenses”. “Acredito que a conduta que ele [Senador Jorginho Mello] tem tido está alinhada ao presidente Bolsonaro. Ele tem apoiado o presidente e agora há o alinhamento partidário. Realmente acredito que haverá um alinhamento [Entre Jorginho e Bolsonaro] e assim resgatar o que foi afastado em Santa Catarina, especialmente cuidar de quem produz, não atrapalhar quem produz, ser um indutor do crescimento do Estado”. 

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