Guarujá do Sul busca famílias acolhedoras

O programa visa garantir a proteção integral das crianças e adolescentes, oferecendo um ambiente seguro, acolhedor e afetivo, fundamental para um desenvolvimento saudável

Ruthe Kezia - Guarujá do Sul
26/01/2026 15h00 - Atualizado há 1 mês

Guarujá do Sul busca famílias acolhedoras
Os interessados em se tornar família acolhedora devem procurar a equipe do CRAS de Guarujá do Sul, onde receberão todas as orientações sobre o funcionamento do serviço. (Foto: Divulgação)

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Guarujá do Sul, destaca a importância da adesão de novas famílias ao Serviço de Acolhimento Familiar, conhecido como Programa Família Acolhedora, no município.

O serviço é uma modalidade de acolhimento provisório destinada a crianças e adolescentes que tiveram seus direitos violados e que por essa razão, necessitam ser afastados temporariamente de sua família de origem, por determinação judicial. Nesse período, eles são acolhidos em lares de famílias previamente cadastradas, capacitadas e acompanhadas pela equipe técnica do município.

Segundo a presidente do CMDCA, Janice Eberhardt, o principal objetivo do programa é garantir a proteção integral das crianças e adolescentes, oferecendo um ambiente seguro, acolhedor e afetivo, fundamental para um desenvolvimento saudável: “O acolhimento familiar prioriza o convívio em ambiente familiar, evitando a institucionalização e fortalecendo vínculos afetivos importantes para o bem-estar emocional e social”, explica.

Apesar da relevância do serviço, um dos principais desafios enfrentados atualmente no município, é a dificuldade de encontrar famílias com disponibilidade e perfil adequado para o acolhimento. Diante dessa realidade, a presidente do CMDCA faz um chamamento à comunidade para que mais pessoas conheçam e participem do programa.

Os interessados em se tornar família acolhedora devem procurar a equipe do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), onde receberão todas as orientações sobre o funcionamento do serviço. Janice ressalta ainda que as famílias acolhedoras recebem atualmente dois salários mínimos mensais [R$ 3.242], conforme alteração na legislação ocorrida no ano passado. Anteriormente, o valor era de um salário mínimo e meio. O benefício tem como finalidade auxiliar nos custos e garantir condições adequadas para oferecer uma vida saudável e digna às crianças e adolescentes acolhidos.

Por fim, Janice Eberhardt reforça que a participação da comunidade é essencial para o fortalecimento da rede de proteção social: “Ser família acolhedora é um gesto de amor e responsabilidade social. É acolher, cuidar e ajudar a restaurar o nosso maior bem: as pessoas, especialmente aquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade”, conclui.

 

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