08/12/2020 às 09h21min - Atualizada em 09/12/2020 às 09h21min

Dezembro Vermelho: fique atento ao HIV, previna-se!

A Aids, causada pelo vírus do HIV, foi descoberta na década de 80 e se tornou uma das doenças crônicas mais temidas

Da redação
No último mês do ano, a campanha “Dezembro Vermelho” é lembrada a nível nacional e chama a atenção principalmente para a importância do diagnóstico precoce da Imunodeficiência Humana (HIV). A testagem, identificando portadores do vírus, é fundamental para diminuir novos contágios. O diagnóstico precoce também é essencial para a maior eficácia do tratamento do paciente, que passa a ter boas chances de sobrevida, mantendo a doença controlada. Toda medicação é distribuída gratuitamente pelo SUS em todo país.
A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids), causada pelo vírus do HIV, foi descoberta na década de 80 e se tornou uma das doenças crônicas mais temidas. Logo que descoberta, condenava grande parte dos pacientes a morte, no entanto os protocolos de tratamento e controle mudaram esse cenário, oferecendo sobrevida aos diagnosticados. Além disso, todo o processo de diagnóstico e tratamento é sigiloso, garantindo privacidade ao paciente.
 
Gestantes
O exame para descartar ou confirmar o HIV é um dos primeiros testes solicitados para gestantes quando a gravidez é confirmada. O objetivo é evitar uma possível transmissão vertical, quando a mãe passa o vírus para a criança durante a gestação, parto ou amamentação. Quanto antes ocorrer o diagnóstico, mais cedo se começa o tratamento para evitar essa transmissão vertical.
 
Números
 Em Santa Catarina, conforme dados divulgados pelo governo do Estado, o número de novos diagnósticos vem se mantendo estável nos últimos anos e apresenta uma tendência de queda. Ainda assim, novas confirmações apontam para a circulação do vírus no Estado. Em 2019, SC registrou 2.066 novos casos, uma queda de 222 diagnósticos em comparação com o ano anterior. Os homens são os mais acometidos, com 1.428 novos diagnósticos em 2019, enquanto as mulheres somaram 660. A faixa etária mais atingida é a dos jovens, com idade entre 20 a 29 anos, com 750 novos registros no ano passado.
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