04/10/2021 às 08h10min - Atualizada em 04/10/2021 às 08h10min

Doença de Behçet progride e quadro de Izaias piora

Há três anos, Izaias Alves de Oliveira, de 32 anos, foi diagnosticado com a doença de Behçet, uma rara doença autoimune que causa inflamação nos vasos sanguíneos

Da redação
Divulgação
Há três anos, Izaias Alves de Oliveira, de 32 anos, foi diagnosticado com a doença de Behçet, uma rara doença autoimune que causa inflamação nos vasos sanguíneos. Sua esposa, Maria Bizol, conta que a situação está cada vez mais difícil. A doença começou afetando a visão, depois se estendeu para problemas no intestino, bexiga e coluna. Izaias também foi diagnosticado com trombose retiniana e toma medicação contra ansiedade e depressão.
A doença de Behçet não tem cura e o tratamento varia de acordo com os sintomas do paciente, pode provocar aftas, lesões de pele e até mesmo alterações neurológicas. Inflamação nas veias e trombose são características da doença. Hoje Izaias consome quase 10 medicamentos, um deles é a Azatioprina, segundo Maria, é um remédio caro que foi conseguido pelo Ministério Público através de uma Ação Judicial.
Atualmente Maria está desempregada, pois Izaias precisa de cuidado de modo integral. “Meu filho mais velho, de 18 anos, casou e saiu de casa. Quem me ajuda é Jhonatan, que tem 17 anos. Fernanda tem 13 anos e José tem 6, os dois estudam. É difícil pagar contas de água, luz, farmácia e contas das viagens médicas para São Miguel do Oeste e Florianópolis” explica Maria.
Infelizmente a doença é agressiva e está progredindo. “Foram poucos casos da doença no Brasil e, até onde eu sei, Izaias é o único que manifestou a doença no município. Nem os médicos sabem direito o que fazer, tratamos os principais sintomas já que não tem cura”, afirma Maria.
Maria conta que a família é muito dependente da ajuda da comunidade pra cuidar das crianças, principalmente quando viaja para Florianópolis. “Muitas vezes as pessoas não cobram para ficar com eles, mas quando cobram nós pagamos”, acrescenta ela.
Ao ser questionada sobre como as pessoas podem ajudar a família, Maria afirmou que: “Infelizmente somos muito dependentes da ajuda dos outros, mas as pessoas devem fazer o que sentirem no coração. É complicado, nos sentimos tão pequenos em uma situação dessas”, afirma Maria. Ela agradece a todas as pessoas que já ajudaram e apoiaram a família anteriormente.
Para mais informações: (49) 9 9196-2491 – família /Doações: conta bancária (Caixa Economica Federal): 849432051-1 conta / Agência 2896 / Maria de Fátima Bizol


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