12/11/2020 às 09h42min - Atualizada em 12/11/2020 às 09h42min

Palma Sola está em 12º no ranking Aprende Brasil

Com a nota 6,8, o município alcançou o 12º lugar no ranking estadual e o 24º no ranking nacional do Sistema de Ensino Aprende Brasil da editora Positivo

Larissa Dias
Da redação
Nos últimos meses, Anchieta, São José do Cedro e Flor da Serra do Sul foram capa do Sentinela por estarem entre as melhores notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2019. Nesta semana, respaldamos a colocação de Palma Sola, que com a nota 6,8 projetada no ensino fundamental [de 4º a 9º ano] alcançou o 12º lugar no ranking estadual e o 24º no ranking nacional do Sistema de Ensino Aprende Brasil da editora Positivo. Em todos os anos, uma meta é estendida e o município ultrapassou 103% do que era esperado.
 Em 2017, esperava-se no mínimo 6,6, mas o município chegou a 6,8. Para a secretária de Educação, Rosalina Vargas, essa classificação reflete o esforço da Secretaria, Administração e professores perante os alunos. “Em 2013, estávamos com a nota 5,9, abaixo do Estado, mas em 2019, chegamos a 6,8. Uma grande evolução, que nos coloca acima da média do Estado e entre os melhores do Brasil”, comenta. “Principalmente agora na pandemia, por termos esse sistema da Positivo, estamos conseguindo colocar essa sequência de aprendizagem e deixar o plano de ensino em dia”, destaca frisando que há muito para se trabalhar e conquistar.
“Temos que evoluir mais, não apenas em números. Apesar de oferecermos formação continuada e outras atividades para os professores, ainda há a dificuldade de alguns professores em lidar com as tecnologias ainda mais neste ano, onde todos tivemos que nos reinventar de alguma forma, seja na profissão ou na vida pessoal. É necessário que se proporcione mais capacitação e aquisição de equipamentos tecnológicos para a rede municipal de ensino e acima de tudo porque a grande maioria dos profissionais são comprometidos em ensinar cada criança como se fosse a única. A Educação é um processo que vem de longa data. Normalmente os resultados do que trabalhamos hoje será visto daqui dois, três ou quatro anos”, continua.
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